Nos últimos dias tenho sido confrontado através das leituras que tenho feito - sim a Bíblia está nesse meio.
Tenho ouvido muitas pessoas falando e desejando um derramar, um avivamento, um despertamento e sinônimos parecidos. Alguns sequer usam termos assim, mas percebe-se pelo falar que carregam um anseio semelhante.
Contudo gostaria de fazer uma afirmação que julgo que deveria ser compartilhada com e por vocês.
Eu não quero fazer parte de qualquer movimento que se limite a termos reuniões mais longas e animadas.
Eu me recuso a chamar de avivamento o que apenas seja lembrado por encontros onde pulamos, dançamos, rodopiamos, cantamos e fazemos todo o tipo de coisas até perdermos a força DENTRO DE UMA SALA - não importa o tamanho, seja um galpão, seja um quarto.
Não quero que aconteça algo onde 80% dos envolvidos se percam ou larguem a fé ao final do processo.
Não quero algo que mude apenas a vida dos envolvidos e nisso se limite.
Não quero algo que chamem de avivamento que não marque em nada a sociedade em que vivemos e não mude em nada a forma como as pessoas vivam.
Não quero experiências como um fim em si mesmo, pois sei que experiências acontecem, mas não é para isso que vivemos.
Não quero buscar a cruz tendo meus olhos no pentecoste. Quero buscar a cruz pensando apenas na minha redenção e que somente o nome e os feitos de Jesus seja lembrado. Ele somente.
Não, obrigado, não quero viver o que já vivemos e deu no que deu.
Passar bem.
Espero que estejamos juntos.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Bem vindo
Um senso de urgência tem crescido dentro de mim e parece buscar dominar meu ser. Como uma onda, talvez. Mas percebo que (acho até mais adequado) seria mais como um fogo que já está aceso, embora ainda não arda plenamente.
Garanto que sinto algo soprando e adicionando material combustível a fim de que se torne uma grande chama.
Na verdade, espero que algo assim aconteça verdadeiramente.
Bem, até bem pouco tempo atrás eu julgava que talvez fosse uma questão particular, talvez alguma revolução interna para transformar minha medíocre vidinha, até que ouvi: "Você não está louco. Você não está louco, nem só!"
E, sim, isso é verdade! Há outros que, apesar de definirem das mais variadas formas, estão ouvindo uma trombeta soar, estão tendo a mesma sensação de leve queimar, sentem um desespero crescente em suas entranhas e sentem-se um tanto perdidos e sem saber o que, quando ou como fazer.
Olha, hoje, eu posso te dizer isso: VOCÊ NÃO ESTÁ LOUCO! VOCÊ NÃO ESTÁ LOUCO, NEM SÓ! Sim, há algo acontecendo contigo, há sim um incomodo emergindo dentro de você e, em breve, se tornará um grito, uma explosão, uma erupção.
Digo que você deve deixar isso acontecer. Prepare-se para ocupar posições que estão vagando pelos mais velhos ou pelos "velhos" de coração/entendimento. Aos jovens está sendo dada a "deixa" para que entremos com nossa fala nessa grande peça da História, mas você está sentindo? você está ouvindo? Provavelmente sim..... mas, você está respondendo???
Responda! Dá forma que você acredita que Deus entenderá, da forma que você julgue, nesse momento, que é a mais apropriada quanto ao que sente, crê e busca viver; faça algo sim! Só não fique parado, sentado ou descansando em casa enquanto uma revolução nasce no coração de muitos e está prestes a explodir pelas ruas.
Ok, a vida começa já no nosso interior, mas o que vale mesmo é quando o bebê sai e TODOS ouvem seu choro, TODOS vêem seus efeitos em nossas vidas e nós nos tornamos certificados, como responsáveis por algo gerado dentro de nós. Entretanto: um pé de cada vez.
Sinta essa vida. Permita essa chama crescer e, enfim, viva a vida para a qual você nasceu.
Bem vindo, essa é minha vida (agora).
Garanto que sinto algo soprando e adicionando material combustível a fim de que se torne uma grande chama.
Na verdade, espero que algo assim aconteça verdadeiramente.
Bem, até bem pouco tempo atrás eu julgava que talvez fosse uma questão particular, talvez alguma revolução interna para transformar minha medíocre vidinha, até que ouvi: "Você não está louco. Você não está louco, nem só!"
E, sim, isso é verdade! Há outros que, apesar de definirem das mais variadas formas, estão ouvindo uma trombeta soar, estão tendo a mesma sensação de leve queimar, sentem um desespero crescente em suas entranhas e sentem-se um tanto perdidos e sem saber o que, quando ou como fazer.
Olha, hoje, eu posso te dizer isso: VOCÊ NÃO ESTÁ LOUCO! VOCÊ NÃO ESTÁ LOUCO, NEM SÓ! Sim, há algo acontecendo contigo, há sim um incomodo emergindo dentro de você e, em breve, se tornará um grito, uma explosão, uma erupção.
Digo que você deve deixar isso acontecer. Prepare-se para ocupar posições que estão vagando pelos mais velhos ou pelos "velhos" de coração/entendimento. Aos jovens está sendo dada a "deixa" para que entremos com nossa fala nessa grande peça da História, mas você está sentindo? você está ouvindo? Provavelmente sim..... mas, você está respondendo???
Responda! Dá forma que você acredita que Deus entenderá, da forma que você julgue, nesse momento, que é a mais apropriada quanto ao que sente, crê e busca viver; faça algo sim! Só não fique parado, sentado ou descansando em casa enquanto uma revolução nasce no coração de muitos e está prestes a explodir pelas ruas.
Ok, a vida começa já no nosso interior, mas o que vale mesmo é quando o bebê sai e TODOS ouvem seu choro, TODOS vêem seus efeitos em nossas vidas e nós nos tornamos certificados, como responsáveis por algo gerado dentro de nós. Entretanto: um pé de cada vez.
Sinta essa vida. Permita essa chama crescer e, enfim, viva a vida para a qual você nasceu.
Bem vindo, essa é minha vida (agora).
sábado, 22 de agosto de 2009
Insistência
Você, nessa insistência em me ter,
é capaz de me perdoar
mesmo quando o que eu faço
se resume em te fazer sofrer
você continua me amando
demonstrando saber me entender
Percebo caindo em mim
a força desse bem querer
e a graça esplendorosa
sempre me leva a dizer
Amor que me tira o chão
Amor que me faz flutuar
Outro assim, sem fim, não há
E eu, nessa falência de ser,
sou capaz de te procurar
sabendo que os meus passos
se perdem pensando viver
então eu prossigo vagando
e, enfim, me rendo a você
Percebo caindo em mim
a força desse bem querer
e a graça esplendorosa
sempre me leva a dizer
Amor que me tira o chão
Amor que me faz flutuar
Outro assim, sem fim, não há
--
Sambinha que fiz uns meses atrás
Desfrute.
é capaz de me perdoar
mesmo quando o que eu faço
se resume em te fazer sofrer
você continua me amando
demonstrando saber me entender
Percebo caindo em mim
a força desse bem querer
e a graça esplendorosa
sempre me leva a dizer
Amor que me tira o chão
Amor que me faz flutuar
Outro assim, sem fim, não há
E eu, nessa falência de ser,
sou capaz de te procurar
sabendo que os meus passos
se perdem pensando viver
então eu prossigo vagando
e, enfim, me rendo a você
Percebo caindo em mim
a força desse bem querer
e a graça esplendorosa
sempre me leva a dizer
Amor que me tira o chão
Amor que me faz flutuar
Outro assim, sem fim, não há
--
Sambinha que fiz uns meses atrás
Desfrute.
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samba
sábado, 25 de julho de 2009
Monologando inconclusivamente (I)
Curioso.
Geralmente me brota a vontade de escrever justamente por estar lendo bastante ou porque quero escrever como alguém que li. Contudo nos últimos dias pouco li mas li coisa de qualidade (pelo menos, né).
Até recomendo, não pelo escritor (nada sei dele), mas pelo resultado: "Sobre o Islã" do Ali Kamel.
Bem.. comecei esse texto pensando em falar sozinho.. e geralmente é o que faço quando escrevo.
O ruim de escrever sem saber exatamente o que quero falar é que, pelas variáveis que polulam minha mente, acabo me perdendo no vasto vácuo do meu cérebro. =)
Deu vontade agora de compor algo. Talvez uma poesia. Não sei se vou conseguir ou se o resultado me agradará, mas produzir é bom. Qualquer que seja - sei que ao usar "qualquer" dou margem para MUITA coisa, mas eu sei que carregamos uma essência nata de produzir, criar. Dar vazão a ela faz bem.
Sabe quando as crianças fazem aqueles desenhos toscos e dão a seus pais dizendo que aqueles traços sem simetria e forma é o seu progenitor?? É isso o que fazemos várias vezes.
Enfim.. texto sem coesão.. sem idéia definida... mas não me culpo nem julgo.
Viva la vida! Size the day and avoid don't do it! =p
Pra terminar sugiro que acompanhem os texto de "Fazendo de forma diferente" do Martin Scott em http://3generations.eu/blog/
--
Até que gostei do resultado.
Geralmente me brota a vontade de escrever justamente por estar lendo bastante ou porque quero escrever como alguém que li. Contudo nos últimos dias pouco li mas li coisa de qualidade (pelo menos, né).
Até recomendo, não pelo escritor (nada sei dele), mas pelo resultado: "Sobre o Islã" do Ali Kamel.
Bem.. comecei esse texto pensando em falar sozinho.. e geralmente é o que faço quando escrevo.
O ruim de escrever sem saber exatamente o que quero falar é que, pelas variáveis que polulam minha mente, acabo me perdendo no vasto vácuo do meu cérebro. =)
Deu vontade agora de compor algo. Talvez uma poesia. Não sei se vou conseguir ou se o resultado me agradará, mas produzir é bom. Qualquer que seja - sei que ao usar "qualquer" dou margem para MUITA coisa, mas eu sei que carregamos uma essência nata de produzir, criar. Dar vazão a ela faz bem.
Sabe quando as crianças fazem aqueles desenhos toscos e dão a seus pais dizendo que aqueles traços sem simetria e forma é o seu progenitor?? É isso o que fazemos várias vezes.
Enfim.. texto sem coesão.. sem idéia definida... mas não me culpo nem julgo.
Viva la vida! Size the day and avoid don't do it! =p
Pra terminar sugiro que acompanhem os texto de "Fazendo de forma diferente" do Martin Scott em http://3generations.eu/blog/
--
Até que gostei do resultado.
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Evolução
inventar, inverter a
................ amor
mais do que mera
................ novidade
algo assim puro,
................ que convença
Novidade: amor que convença realidade
não como fruto de
................ carência
não para se mostrar
................ possível;
não para se prender à
................ emoção:
um fim à revolução
................ efêmera
Carência: possível emoção efêmera
amor que transforme
................ pessoas
que mude enfim esse
................ mundo
aí então chegaremos ao
................ desconhecido
Pessoas: mundo desconhecido
mas não sejamos
................nós
a razão dum possível
................ insucesso
pois criarmos o que estamos
................ sem
será preciso muito
................ amor
Nós: insucesso sem amor!
Jonatas Castorio Damasceno
--
Apesar do título ser lugar-comum foi o que me ocorreu no momento.
Lembrando: Por favor, se for usar (copiar e colar) esse texto em outro lugar faça a gentileza de citar o autor, ok?
Desfrute.
................realidade
vamos inventar um................ amor
mais do que mera
................ novidade
algo assim puro,
................ que convença
Novidade: amor que convença realidade
não como fruto de
................ carência
não para se mostrar
................ possível;
não para se prender à
................ emoção:
um fim à revolução
................ efêmera
Carência: possível emoção efêmera
amor que transforme
................ pessoas
que mude enfim esse
................ mundo
aí então chegaremos ao
................ desconhecido
Pessoas: mundo desconhecido
mas não sejamos
................nós
a razão dum possível
................ insucesso
pois criarmos o que estamos
................ sem
será preciso muito
................ amor
Nós: insucesso sem amor!
Jonatas Castorio Damasceno
--
Apesar do título ser lugar-comum foi o que me ocorreu no momento.
Lembrando: Por favor, se for usar (copiar e colar) esse texto em outro lugar faça a gentileza de citar o autor, ok?
Desfrute.
sábado, 27 de junho de 2009
Oceano Conhecido
Naquele oceano conhecido -
não por aquilo que suprime,
mas pelo que bem exprime -
“Navegar é preciso!”
E o amor que, em mim, imprime
evidencia o que agora é olvido.
E o vento (mais que um alívio)
suspira me levando ao que vive
Amar é preciso!
Desde o dia do véu partido
que, de tão profundo, é sublime
ecoa um pulsante convite
Às bodas! Às bodas, ó vivos!
Render-se é preciso!
Sei que vens daquele rio e
encobres a multidão do esquecido
Sim... tal lembrança me previne
e recorro ao que me redime:
Sendo Teu é que vivo!
Jonatas Castorio Damasceno
--
Por favor, se for usar (copiar e colar) esse texto em outro lugar faça a gentileza de citar o autor, ok?
não por aquilo que suprime,
mas pelo que bem exprime -
“Navegar é preciso!”
E o amor que, em mim, imprime
evidencia o que agora é olvido.
E o vento (mais que um alívio)
suspira me levando ao que vive
Amar é preciso!
Desde o dia do véu partido
que, de tão profundo, é sublime
ecoa um pulsante convite
Às bodas! Às bodas, ó vivos!
Render-se é preciso!
Sei que vens daquele rio e
encobres a multidão do esquecido
Sim... tal lembrança me previne
e recorro ao que me redime:
Sendo Teu é que vivo!
Jonatas Castorio Damasceno
--
Por favor, se for usar (copiar e colar) esse texto em outro lugar faça a gentileza de citar o autor, ok?
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Pensamentos incréus (II)
Já ouvi que quando a mente é uma vez esticada, seus limites e horizontes ampliados ela nunca mais volta ao que era antes. Verdade é.
Estava pensando que minha vida sobre isso.
Se eu fosse pensar o que seria minha vida se eu não tivesse aprendido tudo que ouvi nos últimos anos, se o que deixei de considerar ainda importasse pra mim... o que seria?
Pensei isso.... pensei e vi que eu não seria o que sou. Não daria pra ser a pessoa que sou se não tivesse experimentado todas essas mudanças e alterações. Pode (e é) parecer óbvio, mas já vi pessoas argumentando que se não tivesse descoberto certas coisas sua vida teria sido melhor... não sei. Talvez para alguns tenha algum certo nível de verdade nisso, mas para mim não.
Não há como zerar isso. Nem consigo imaginar hoje combinar quem sou com o que pensava.
Ai chego nessa conclusão.
Não me refiro à máxima penso logo existo. Mas o que penso sou eu.
Ou.. o que eu tenho feito tem me feito.
Separar (ou tentar) essas coisas inseparáveis só dá problema.
Goste ou não você é isso. Feliz ou não é como você está. Agora só resta buscar por novas mudanças e esperar que tudo vá bem.
Então... carpe diem e evite as inutilidades
----
aproveito e indico "Como posso livrar-me do vício em entretenimento?" do Crer e Pensar
Estava pensando que minha vida sobre isso.
Se eu fosse pensar o que seria minha vida se eu não tivesse aprendido tudo que ouvi nos últimos anos, se o que deixei de considerar ainda importasse pra mim... o que seria?
Pensei isso.... pensei e vi que eu não seria o que sou. Não daria pra ser a pessoa que sou se não tivesse experimentado todas essas mudanças e alterações. Pode (e é) parecer óbvio, mas já vi pessoas argumentando que se não tivesse descoberto certas coisas sua vida teria sido melhor... não sei. Talvez para alguns tenha algum certo nível de verdade nisso, mas para mim não.
Não há como zerar isso. Nem consigo imaginar hoje combinar quem sou com o que pensava.
Ai chego nessa conclusão.
Não me refiro à máxima penso logo existo. Mas o que penso sou eu.
Ou.. o que eu tenho feito tem me feito.
Separar (ou tentar) essas coisas inseparáveis só dá problema.
Goste ou não você é isso. Feliz ou não é como você está. Agora só resta buscar por novas mudanças e esperar que tudo vá bem.
Então... carpe diem e evite as inutilidades
----
aproveito e indico "Como posso livrar-me do vício em entretenimento?" do Crer e Pensar
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